Apresentação
O Inovinter - Centro de Formação e de Inovação Tecnológica, foi criado ao abrigo do DL nº 165/85, de 16 de Maio, pela Portaria nº 407/98, formado entre o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP-IN). É um organismo dotado de personalidade jurídica de direito público, sem fins lucrativos, com autonomia administrativa e financeira e património próprio.
Este Centro tem como atribuições a promoção da actividade de formação profissional para valorização dos recursos humanos numa perspectiva transversal a todas actividades económicas, através de acções de formação profissional, seminários e estágios, nas suas várias modalidades, consoante os diagnósticos de necessidades previamente elaborados.
O Inovinter define-se por um Centro de Formação Protocolar que, desde o seu início, procurou adquirir identidade própria, numa estratégia de intervenção que procura responder às preocupações nacionais mas, sobretudo, que procura responder às necessidades locais que são determinadas por dinâmicas específicas, nomeadamente ao nível empresarial e Planos de Desenvolvimento Regional, sempre com a finalidade de fixar populacões trabalhadoras de forma qualificante.
Somos um Centro de Formação Profissional, geograficamente implantado em todo o país, com uma equipa nacional tecnicamente preparada para responder às mais diversas solicitações.
Somos um Centro de Formação Profissional que se preocupa com a inclusão social, a todos os níveis, e que combate as assimetrias regionais, levando a formação ao mais interior do país.
A nossa expansão, fruto do trabalho desenvolvido numa política de proximidade às comunidades mais afastadas dos centros de poder e decisório, permite-nos estarmos hoje em todo o país com 5 Direcções Regionais (Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve), com Sede em Lisboa, 7 Delegações, 9 pólos e 1 sub-pólo, desde Vila Nova de Cerveira até Vila Real de Santo António.
De forma dinâmica, descentralizada e de uma cada vez maior proximidade às populaces, temos a formação que, em parceria com os mais diversos actors sociais locais, levamos a pequenas localidades também elas periféricas aos centros urbanos do interior do país e que, até ao ano corrente já abrangeu mais de 300 localidades.
O Inovinter tem também, desde 2004, intervenção em Angola, através do projecto “Cooperar é Construír”, um projecto de cooperação entre a CGTP-IN e a UNTA-CS, o qual visa a reconstrução da Escola Profissional e Sindical Mbidi Emílio. Para a efectivação deste projecto, o Inovinter está a formar formadores angolanos, em bolsa própria da UNTA/INEFOP, em todas as províncias de Angola.
O Inovinter é um Centro de Formação Profissional que procura ser inovador mantendo-se na vanguarda de algumas temáticas emergentes: Energias Alternativas; Empreendedorismo, nomeadamente para uma política de inclusão social, Igualdade de Oportunidades, Actividades que se relacionam com Artes/profissões tradicionais como salineiros e actividades rurais em extinção. Ou, também, formação cívica onde incluímos a prevenção e ataque a incêndios, questões ambientais, primeiros socorros, etc.
Somos um Centro de Formação que, trabalhando de forma estruturada pela inclusão social, integra vários consórcios a nível nacional e/ou regional e local, através dos quais se procura combater, integradamente, a discriminação e exclusão social, junto dos mais diversos públicos e níveis etários.
Pensando, concebendo e actuando na perspectivca da qualificação dos Recursos Humanos do país, como meio indispensável à sustentabilidade social e económica do país, O Inovinter promove a formação com dupla certificação, completada pelo seu Centro de Novas Oportunidades, através do qual pretendemos contribuir, também, para melhoria de qualificações escolares mas, também, a certificação profissional a partir de competências já adquiridas e/ou a completar com percursos formativos específicos.
Somos um Centro de Formação Profissional que se estrutura, orgânica e funcionalmente, com quadros técnicos sempre prontos a responder qualitativamente aos desafios presentes, prespectivando um futuro idóneo e sólido mas sempre, sempre, em função da população trabalhadora que, cada vez mais, se exige qualificada.
