Técnico/a de Geriatria (Profissional)

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Condições de Admissão

- Idade: ≥ 23 anos
- Habilitação escolar: ≥ 12º ano de escolaridade
- Situação face ao emprego: Desempregados/as

Tipologia

Objetivos

A conclusão do curso com aproveitamento confere o nível 4 de formação em Técnico/a de Geriatria.



Duração

1425 horas

Código do Curso / Código UFCD

762335_EFA PROF

Saídas Profissionais

O Técnico/a de Geriatria é o/a profissional que presta cuidados de apoio direto ao idoso, em contexto domiciliar e institucional, contribuindo para o seu bem-estar biopsicossocial, tendo em consideração os objetivos definidos pela equipa técnica local e os princípios deontológicos de atuação. Atividades Principais: - Prestar/ auxiliar nos cuidados de higiene, eliminação e conforto do idoso, nos diversos contextos de atuação. - Acompanhar e apoiar o idoso nas diversas atividades de vida diária. - Auxiliar os profissionais responsáveis nos cuidados de alimentação, aplicados aos idosos com dependência funcional, temporária ou permanente. - Participar no planeamento e desenvolvimento de atividades básicas de animação e entretenimento e de estimulação dos domínios cognitivo, social e motor, de acordo com as capacidades, necessidades e interesses do idoso. - Prestar cuidados de higiene e arrumação dos espaços envolventes e da roupa dos idosos. - Apoiar a equipa técnica na organização do espaço, com o objetivo de prevenir acidentes domésticos e em instituições. - Participar na prevenção de negligência, abusos e maus tratos ao idoso. - Avaliar a informação obtida através de instrumentos técnicos aplicados por especialistas, para melhor conhecimento do perfil funcional do idoso, e consequente adequada prestação de cuidados. - Estabelecer a articulação com a equipa técnica responsável, a fim de reportar a evolução do estado físico, psíquico e emocional, situações anómalas e/ ou agravamento do estado de saúde do idoso, tendo em consideração as orientações e procedimentos definidos pela equipa técnica.

Área de Formação

Trabalho Social e Orientação

Síntese programática
  • Módulo
  • Carga Horária

Portefólio Reflexivo de Aprendizagens (prof) 65 horas

Os/as formandos/as elaboram o seu PRA (Portefólio Reflexivo de Aprendizagens) com base nas aprendizagens desenvolvidas ao longo da formação, devendo o mesmo refletir e evidenciar o processo de formação do individuo, congregando os trabalhos e reflexões realizados no âmbito do seu percurso formativo, enquanto conjunto planeado, organizado e selecionado de documentos.

Envelhecimento demográfico 25 horas

•Ciclo de vida (da criança ao idoso)
◦Processo de maturação – fenómeno natural de todas as fases do ciclo de vida do ser humano
◦Maturação do sistema de valores – Pirâmide de Maslow
◦Período temporal e os aspetos que demarcam as diferentes fases do ciclo de vida
•Tendências e análise da demografia mundial
◦Dados sobre o envelhecimento demográfico mundial atual e estimativas até ao ano de 2025
◦Fatores que determinam o envelhecimento demográfico mundial
◦Repercussões sociais do envelhecimento demográfico
•Demografia Portuguesa: tendências na transição do século XX para o século XXI
◦Dados sobre o envelhecimento demográfico da população Portuguesa
◦Pirâmides etárias (comparação de diferentes anos)
◦Esperança média de vida e os fatores que contribuem para o seu aumento
◦Fatores que contribuem para o índice de envelhecimento
•Estereótipos, mitos e representações sociais da população idosa
◦Conceito de estereótipo (estereótipo positivo e negativo)
◦Mitos mais comuns sobre a população idosa
◦Atitudes negativas mais comuns para com a pessoa idosa (gerontofobia, idadismo e infantilização, p.e.)
•Barreiras e facilitadores atitudinais
•Ajustamentos psicossociais nos idosos
◦Ajustamento pessoal e social
◦Fatores que influenciam os ajustamentos psicossociais
◦Funcionamento psicológico – fatores para um bom funcionamento
◦Tarefas evolutivas

Contextos de prestação de cuidados ao idoso - domicílio, residências autónomas e centros de dia 25 horas

•Principais objetivos a trabalhar no idoso nos contextos
◦Apoio domiciliário
◦Centros de dia
◦Residências autónomas
•Estratégias de intervenção e técnicas de apoio no domicílio
•Redes de apoio – Modelo ecológico de Bronfenbrenner
•Prestadores de cuidados (resposta social informal) dos idosos
◦Prestadores principais e secundários de cuidados
◦Diferenças nos apoios entre a família e os amigos
◦Papel do prestador de cuidados secundários
•Resposta social formal vs resposta social informal
◦Idoso no seu domicílio e o idoso fora do seu domicílio
◦Modelos de relação entre a rede social formal e informal

Contextos de prestação de cuidados ao idoso - lares e instituições de saúde 25 horas

•Principais objetivos a trabalhar no idoso nos contextos
◦Lares de idosos
◦Instituições de saúde
•Estratégias de intervenção e técnicas de apoio em instituições (de saúde e em lares de idosos)
•Processo de inclusão/integração social do idoso na rede social formal
◦Principais dificuldades do processo
◦Estratégias facilitadoras do processo
◦Importância dos estilos de vida
◦Estabelecimento de objetivos de vida
•Institucionalização
◦Causas da institucionalização
◦Vantagens e as consequências da institucionalização
◦Ambiente institucional
◦Rotinas nas instituições
•Hospitalização
◦Consequências e benefícios da hospitalização
◦Hospitalização como fonte de stress
◦Aspetos a ter em conta para reduzir as consequências da hospitalização
◦Hospitalização e a autonomia
◦Ações a desenvolver para melhorar a autonomia do idoso hospitalizado

Ética e deontologia em geriatria 50 horas

•Perfil do técnico de ação direta em geriatria
◦Qualidades do técnico em geriatria
◦A relação humana que o técnico deve estabelecer com o idoso
◦Funções do técnico de ação direta em geriatria
◦Importância da resiliência nos técnicos de geriatria

•Fatores associados ao comportamento social e emocional do técnico
◦Fatores que influenciam o comportamento social e emocional
◦Aspetos da linguagem que se devem ter sempre em conta na relação com um idoso
◦Aspetos atitudinais que se devem ter em conta na relação com um idoso

•Apresentação pessoal e higiene do técnico de ação direta em geriatria
◦Higiene e o arranjo pessoal do técnico
◦Higiene dos instrumentos de trabalho (farda, calçado, entre outros)
◦Apresentação pessoal do técnico

•Ética e Deontologia
◦Conceitos de ética e deontologia
◦Alguns aspetos inerentes à ética e deontologia (responsabilidade, sigilo profissional…)
•Código deontológico do técnico de ação direta em geriatria
◦Direitos e deveres do técnico
•Atos e ações corretas e incorretas
◦Atos lícitos e ilícitos
◦Atos legítimos e ilegítimos
◦Sanções

•Princípios e valores
◦Principais princípios no trabalho em geriatria (competência, responsabilidade, integridade e respeito pelos direitos e dignidade da pessoa)
◦Principais valores a defender na prática em geriatria
•Técnicas de resolução de conflitos
◦Técnicas que se devem usar (deliberação e persuasão – em casos extremos)
◦Técnicas que nunca se devem usar (manipulação e coersão)

•Comportamento do técnico face às barreiras atitudinais do idoso
◦Barreiras atitudinais do idoso
◦Role-play de situações problema

•Direitos humanos dos idosos
◦Direito à independência
◦Direito à participação
◦Direito à assistência
◦Direito à autorrealização
◦Direito à dignidade

•Protocolo de atuação em caso de deteção de casos de maus tratos
•Competências valorizadas pelos empregadores - transferíveis entre os diferentes contextos laborais
◦Competências relacionais
◦Competências criativas
◦Competências de gestão do tempo
◦Competências de gestão da informação
◦Competências de tomada de decisão
◦Competências de aprendizagem (aprendizagem ao longo da vida)

•Pesquisa de informação para procura de emprego
•Curriculum vitae
•Candidatura espontânea
•Entrevista de emprego

Técnicas e estratégias de comunicação e observação nos contextos de intervenção com a população idosa 50 horas

•Noção de comunicação e estratégias comunicacionais
◦Processo de comunicação
◦Os dois níveis de comunicação
◦Comunicação com os idosos – o que se deve e o que não se deve dizer
◦Estratégias de comunicação com os idosos
•Barreiras à comunicação com a população idosa
◦Principais barreiras à comunicação
◦Formas de eliminação/atenuação de barreiras
◦Criação de facilitadores comunicacionais
•Comunicação verbal e não-verbal com a população idosa
◦Comunicação verbal – tipos (oral e escrita), características e funções
◦Comunicação não-verbal – características e funções
◦Exploração de atividades nestes dois níveis
◦Interação com pessoas com problemas de comunicação e com deficiência
•Transmissão de notícias: boas e más
◦Competências de relacionamento interpessoal
◦Papel das emoções no comportamento social
◦Comunicação na interação com pessoas com alterações comportamentais (agressividade e agitação)
◦Comunicar de forma assertiva
•Processo de observação
◦Observação e comunicação não-verbal
◦Aspetos a observar no idoso
◦Forma e a postura correta de observação
◦Principais contextos de observação
•Tipos de observação – escuta ativa (características e aplicação prática) da:
◦Observação direta
◦Observação indireta
◦Observação participante
◦Observação não-participante
◦Observação aberta
◦Observação fechada
•Checklist de observação adequada ao contexto a avaliar
◦Criação e aplicação de uma cheklist de observação

Métodos de intervenção familiar – contexto do idoso 25 horas

•Composição e estrutura da família
◦As diferentes composições e estruturas da família
◦Composição e características familiares e o nível de atenção dado ao idoso
•Família do idoso com deficiência
◦Fatores de risco (social e comunitário)
◦Prevenção da negligência
◦Abuso e maus tratos à pessoa com deficiência
•Interação e funcionamento familiar
◦Sistemas familiares funcionais e disfuncionais – APGAR de Família
◦Violência intrafamiliar e maus tratos ao idoso
◦Esquemas de assistência às famílias em risco
•Funções da família
◦Prover e o cuidar (papéis familiares)
◦Declínio das funções familiares dos idosos
•Necessidades e recursos da família
◦Principais necessidades de uma família que assiste e presta cuidados a um idoso
◦Levantamento dos recursos comunitários disponíveis à família
◦Ecomapa
•Stress familiar
◦Processo de cuidar de um idoso – fator de stress
◦Análise do stress familiar – instrumento de avaliação (análise da sobrecarga dos cuidadores)

Adaptação/ modificação de contextos e materiais em função do idoso 25 horas

•Barreiras arquitetónicas e tecnológicas – implicações na funcionalidade do idoso
◦Barreiras arquitetónicas e tecnológicas – características
◦Barreiras arquitetónicas e tecnológicas consoante o problema de cada idoso (problemas físicos, intelectuais, entre outros)
◦Levantamento das barreiras arquitetónicas e tecnológicas
◦CIF (Classificação Internacional de Funcionalidade)
•Higiene e segurança
◦Limpeza das instalações (dependendo do local – quarto, cozinha, instalações sanitárias…)
◦Organização do espaço (prevenção de acidentes – potenciação da capacidade de adaptação do idoso – economização de energia)
•Acidentes e quedas na população idosa
◦Contextos e acidentes/quedas
◦Intoxicações na população idosa
•Ergonomia
◦Conceito e relação com a população idosa
◦Adaptações ergonómicas
•Utilização de ajudas técnicas de apoio à mobilização e marcha e suas funções:
◦Andarilho
◦Canadianas
◦Bengalas e pirâmides
◦Muletas e auxiliares
◦Cadeira de rodas
•Tecnologias de apoio e ajudas técnicas para a pessoa idosa com:
◦Deficiência motora
◦Deficiência visual
◦Problemas de comunicação
◦Dificuldade intelectual e desenvolvimental (deficiência mental)
•Avaliação e modificação do ambiente

Tipos de envelhecimento 25 horas

•Definição de envelhecimento
◦Teorias sobre o envelhecimento
- Teoria da morte programada
- Teoria da mutação-acumulação
- Outras teorias
◦Envelhecimento: autonomia, incapacidade e dependência
•Padrões de envelhecimento:
◦Reorganizadores
◦Focalizados
◦Persistentes
◦Restringidos
◦Apoiados
◦Apáticos
◦Desorganizados
•Envelhecimento normal e patológico:
◦Características
◦Envelhecimento ativo
•Envelhecimento psicológico e biológico
◦Teorias sobre o envelhecimento biológico
- Teoria do telómero
- Teoria do envelhecimento da mutação somática
- Teoria do envelhecimento autoimune
◦Aspetos socio emocionais
- Satisfação e adaptação
- Sinais preocupantes nos idosos
- Principais transtornos afetivo-relacionais no idoso
◦Personalidade no envelhecimento
◦Ajustamento psicossocial no idoso
•Atividades para a promoção de um envelhecimento ativo

Introdução à patologia no idoso 25 horas

•Saúde
◦Definição de saúde segundo a OMS
◦Perspetiva triangular (social, mental e física)
◦Fatores que influenciam a saúde da pessoa idosa
•Doença e as suas fases
◦O conceito de doença
◦Sintoma, sinal e síndrome
◦Aguda – Características e formas de intervenção
◦Convalescença – Características e formas de intervenção
◦Restauração – Características e formas de intervenção
•Qualidade de vida
◦Definição de qualidade de vida segundo a OMS
◦Os aspetos relacionados com a qualidade de vida
- Biológicos
- Sociais
- Médicos
- Económicos
- Políticos
◦As duas esferas da qualidade de vida
- Esfera objetiva
- Esfera subjetiva
◦Escala de avaliação da qualidade de vida – World Health Organization Quality of Life Assesment (WHOQOL-100) OMS
•Promoção da saúde e prevenção da doença
◦Responsabilidade pessoal
◦Atividade física
◦Nutrição adequada
◦Adaptação ao stress
◦Organização do ambiente
◦Vacinação
◦Higiene corporal
◦Prevenção de acidentes
•O processo de administração de medicamentos / vacinas
◦Os principais grupos de fármacos utilizados na população idosa
◦A automedicação nos idosos
•Avaliação morfológica do idoso
◦Estatura
◦Massa
◦Índice de Massa Corporal (IMC)

Patologias na população idosa - cardiorrespiratória e neuro sensoriais 50 horas

•Patologia cardiovascular
◦Sistema cardiovascular envelhecido
◦Fatores de risco
◦Sintomas
◦Principais patologias:
- Angina de peito
- Enfarte agudo do miocárdio
- Acidente vascular cerebral
◦Atividades adaptadas aos idosos com problemas cardiovasculares
•Patologia respiratória
◦Sistema respiratório envelhecido
◦Fatores de risco
◦Sintomas
◦Principais patologias:
- Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC)
- Infeções respiratórias
- Traqueostomias
◦Atividades adaptadas aos idosos com problemas respiratórios
•Patologia hematológica
◦Constituintes do sangue e o envelhecimento
◦Fatores de risco
◦Sintomas
◦Principais patologias:
- Anemia
- Leucemia
- Hemofilia
◦Atividades adaptadas aos idosos com problemas hematológicos
•Patologia neoplásicas
◦Envelhecimento e a proliferação celular
◦Fatores de risco
◦Sintomas
◦Tumores benignos e malignos
◦Atividades adaptadas aos idosos com problemas oncológicos
•Patologia neurológica
◦O cérebro e o envelhecimento
◦As suas causas
◦Principais patologias:
- Alzheimer
- Alterações cerebrais no Alzheimer
- Sinais de alerta
- Parkinson
- Sinais/sintomas
- A marcha Parkinsónica
◦Atividades adaptadas aos idosos com problemas neurológicos
•Patologia sensorial
◦Visão
◦Audição
◦Paladar, olfato e tato
◦Atividades adaptadas aos idosos com problemas sensoriais

Patologias na população idosa - gastrointestinais, endocrinológicas, genito-urinárias, musculoesqueléticas, dermatológicas e crónicas 50 horas

•Patologia gastrointestinal e dos órgãos anexos
◦Sistema gastrointestinal da população idosa
◦Fatores de risco
◦Sintomas
◦Principais patologias
- Refluxo gastro-esofágico
- Obstipação
◦Atividades adaptadas aos idosos com problemas gastrointestinais
•Patologia endocrinológica e metabólica
◦Sistema endócrino e metabólico envelhecido
◦Fatores de risco
◦Sintomas
◦Principais patologias:
- Hipertiroidismo
- Hipotiroidismo
- Gota
◦Atividades adaptadas aos idosos com problemas endócrinos e metabólicos
•Patologia genito-urinária
◦Modificações do sistema genito-urinário na população idosa
◦Fatores de risco
◦Sintomas
◦Principais patologias:
- Insuficiência renal
- Incontinência
◦Atividades adaptadas aos idosos com problemas genito-urinários
•Patologia musculoesquelética
◦Alterações musculares e ósseas no idoso
◦Fatores de risco
◦Sintomas
◦Principais patologias:
- Artrite reumatoide
- Osteoporose
◦Atividades adaptadas aos idosos com problemas musculares e ósseas
•Patologia dermatológica
◦A pele e o envelhecimento
◦Fatores de risco
◦Sintomas
◦Principais patologias:
- Dermatite de contacto
- Micoses
- Parasitoses
- Cancro da pele
- Psoríase
- Úlceras de pressão
- Definição, causas e sintomas
- Locais privilegiados para a ocorrência de uma úlcera de pressão
- Fases da úlcera de pressão
- Cuidados a ter com a pele (idoso acamado e numa cadeira de rodas)
◦Atividades adaptadas aos idosos com problemas dermatológicos
•Patologias crónicas
◦Doenças crónicas e a população idosa
◦Fatores de risco
◦Principais patologias:
- Diabetes
- Colesterol
- Hipertensão arterial
◦Atividades adaptadas aos idosos com problemas crónicos

Reabilitação geriátrica 25 horas

•Papel do técnico de geriatria no acompanhamento do idoso sedentário e com necessidade de reabilitação
•Mobilidade e exercício físico
◦Efeitos da imobilidade
◦Exercício físico na população idosa
◦A importância do exercício físico em diferentes patologias
•Reabilitação das patologias cardiovascular e respiratória
◦Atividades básicas no acompanhamento ao idoso com problemas respiratórios
◦Benefícios da reeducação respiratória nos idosos
◦Atividades básicas no acompanhamento ao idoso com problemas cardíacos e vasculares
◦Programas de reabilitação cardiovascular
•Reabilitação das patologias músculo-esqueléticas
◦Fortalecimento muscular nos problemas músculo-esqueléticos
◦Atividades básicas no acompanhamento ao idoso, consoante o seu problema músculo-esquelético
•Reabilitação nas patologias neurológicas – Plasticidade cerebral: a recuperação em função da idade
◦Plasticidade cerebral consoante a idade dos indivíduos
◦Capacidade funcional: recuperação ou manutenção
◦Atividades básicas no acompanhamento ao idoso, consoante o seu problema neurológico

Prevenção e primeiros socorros - geriatria 50 horas

•Úlceras de pressão
◦Conceito de úlcera de pressão
◦Processo de desenvolvimento
◦Classificação
◦Factores de risco
◦Cuidados com a pele
◦Posicionamento
◦Transporte e manipulação do idoso
•Risco de acidente
◦Quedas
◦Intoxicações
◦Atropelamentos
◦Incêndios
•Isolamento e imobilidade
◦Envelhecimento físico e psicológico
◦Sedentarismo/desporto
◦Hábitos culturais/animação
◦Exercício físico e mobilidade
◦Patologias várias
- Hipertensão arterial
- Diabetes
- Arterial
- Diabetes
•Primeiros socorros
◦Primeiros socorros
- Asfixia
- Hemorragia
- Traumatismo
- Fracturas
- Queimaduras
- Reanimação cardiorrespiratória

Nutrição e diatética no idoso 25 horas

•Roda dos alimentos: grupos alimentares e sua composição
◦Adaptação da roda dos alimentos à população idosa
◦Análise de recomendações que vão além da roda dos alimentos
•Nutrientes
◦Proteínas
◦Lípidos
◦Glícidos
◦Vitaminas
◦Fibras
◦Sais-minerais
◦Água
•Alimentação saudável
◦Diversidade de alimentos
◦Horários
◦Número de refeições
◦Quantidade de alimento
◦O consumo de água
◦Alimentos a privilegiar e a evitar
•Necessidades nutricionais
◦Determinantes do estado nutricional da pessoa idosa
◦Possíveis limitações dos idosos na alimentação:
- Problemas de mastigação
- Problemas de deglutição
- Tabaco e bebidas alcoólicas
- Medicamentos
◦Alterações fisiológicas do envelhecimento e respetivo impacto nas necessidades energéticas
◦Défice de vitaminas e minerais no envelhecimento e suas consequências
•Patologias nutricionais
◦Desnutrição e malnutrição
◦Desidratação
◦Obesidade
◦Anorexia
◦Doença celíaca
◦Fenilcetonúria
◦Intolerância à lactose
◦Alterações gastrointestinais
◦Diabetes
◦Hipertensão
◦Alergia à proteína do leite
•Elaboração de ementas segundo as necessidades nutricionais do idoso

Higiene do idoso 25 horas

•Cuidados de higiene totais e parciais
◦Importância da higiene
◦Higiene do idoso segundo os graus de dependência:
- Independente
- Semi-dependente
- Dependente
◦Aspetos relacionais e do cuidado na higiene – o papel do cuidador
◦Cuidados parciais vs cuidados totais
◦Etapas de higiene
- Preparação do material
- Etapa do banho no chuveiro
- Etapa do banho na cama
- Técnicas de transporte
- Manobras para trocar o idoso de posição (idosos acamados)
◦Conforto do idoso
- Cama articulada
- Cama simples
◦Cuidados de eliminação

Sexualidade na 3ª idade 25 horas

•Importância da sexualidade na 3ª idade
◦Sexualidade segundo a perspetiva dos idosos
◦Sexualidade segundo a perspetiva da sociedade
◦Estratégias para abordar a sexualidade nos idosos
•Fatores físicos que influenciam a sexualidade no idoso
◦Mudanças na mulher
◦Mudanças no homem
◦Efeitos das doenças
•Fatores psicológicos que influenciam a sexualidade no idoso
◦Principais problemas psicológicos segundo o género
◦Principais alterações emocionais segundo o género
•Disfunções sexuais
◦Principais disfunções sexuais na mulher
◦Principais disfunções sexuais no homem
•Infeções sexualmente transmissíveis
◦Causas para o aparecimento das infeções sexualmente transmissíveis nos idosos
◦Principais infeções sexualmente transmissíveis na mulher
◦Principais infeções sexualmente transmissíveis no homem
•O VIH/SIDA na terceira idade

Idosos em fase terminal – cuidados paliativos 25 horas

•Definição de cuidados paliativos
◦Alicerces dos cuidados paliativos
◦Necessidades de um idoso com doença terminal
◦Sentimentos dos doentes em fase terminal e dos seus familiares
•Sintomas mais comuns do idoso em fase terminal:
◦Dor
◦Dispneia
◦Vómitos e náuseas
◦Obstipação
◦Anorexia
◦Depressão
•Papel do técnico de ação direta em geriatria, nos cuidados paliativos
◦Posição do técnico de geriatria
◦Comunicação neste tipo de panorama
◦Questões mais frequentemente levantadas pelos idosos
◦Momento de reflexão sobre a vida
•Análise da informação proveniente de um instrumento de avaliação para a obtenção das principais necessidades dos doentes paliativos
•Técnicas de intervenção no idoso em estado terminal

Términus da vida do idoso - morte 25 horas

•A morte
◦Critérios de análise para verificação do óbito
◦A morte do outro e a própria morte
◦Representação da morte
•Atitudes perante a morte
◦Recusa
◦Cólera
◦Negociação
◦Depressão
◦Aceitação
•Importância de proporcionar uma morte digna
•Processo de luto
◦Diferentes tipos de luto
◦Sentimentos no processo de luto
◦Pensamentos habituais no processo de luto
◦Tarefas para ultrapassar o processo de luto
•O técnico de geriatria e a morte
◦Papel do técnico de geriatria no processo de luto e no acompanhamento de um idoso em fase terminal
◦Meios para reforçar o sentido de vida nos idosos
- Reminiscência
- Compromisso
- Otimismo
- Religião

Funções cognitivas no idoso 25 horas

•Tipos de memória
•Fatores que influenciam a capacidade de memorização
•Características das modificações na memória
•Atenção
◦Modificações na atenção (visual e auditiva)
◦Tarefa de escuta dicotómica
•Aprendizagem
◦Características das modificações na aprendizagem
◦Aprendizagem e características da tarefa
•Inteligência
◦Inteligência conceptual
◦Inteligência prática
◦Inteligência social
◦Fatores que influenciam a capacidade intelectual
•Resolução de problemas
◦Identificação e estratégias de resolução de problemas
◦Análise dos principais problemas quotidianos do idoso
◦A importância da capacidade de resiliência
◦Atividades práticas exemplificativas
•Criatividade
◦A importância do estímulo da criatividade para a memória
◦A influência da criatividade na autoestima do idoso
•Análise de escalas de avaliação das funções cognitivas
•Estimulação e treino cognitivo
◦A importância da estimulação e treino cognitivo
◦Exemplos de instrumentos
◦Planificação de atividades básicas de estimulação cognitiva

Psicopatologias no idoso - perturbações do humor, ansiedade, somatoformes, personalidade, esquizofrenia e demências 50 horas

•Perturbações do humor
◦Tipos e principais características
◦Impacto na funcionalidade e nas AVD’s (Atividades de vida Diárias) do idoso
◦Preparação de atividades básicas, em função das características
•Perturbações da ansiedade
◦Tipos e principais características
◦Impacto na funcionalidade e nas AVD’s do idoso
◦Análise de possíveis estratégias a utilizar durante o acompanhamento ao idoso
•Perturbações somatoformes
◦Tipos e principais características
◦Análise de possíveis estratégias a utilizar durante o acompanhamento ao idoso
•Perturbações da personalidade
◦Tipos e principais características
◦Impacto nas relações interpessoais
◦Análise de possíveis estratégias a utilizar durante o acompanhamento ao idoso
•Esquizofrenia
◦Tipos e principais características
◦Análise de possíveis estratégias a utilizar durante o acompanhamento ao idoso
◦Impacto na funcionalidade e nas AVD’s do idoso
◦Acompanhamento e monitorização do idoso, nas AVD’s
•Demências (Alzheimer, Parkinson e Mistas)
◦Principais características das demências
◦Impacto na funcionalidade e nas AVD’s do idoso
◦Acompanhamento e monitorização do idoso, nas AVD’s
◦O papel do técnico na preparação de atividades básicas, no âmbito do acompanhamento do idoso

Psicopatologias no idoso – perturbações do sono, alimentares e utilização de substâncias 25 horas

•Perturbações do comportamento alimentar
◦Tipos e principais características
◦Impacto na funcionalidade e nas AVD’s do idoso
◦Acompanhamento e monitorização do idoso, nas AVD’s
•Perturbações pela utilização de substâncias
◦Sinais e consequências
◦Impacto na funcionalidade e nas AVD’s do idoso
◦Acompanhamento e monitorização do idoso, nas AVD’s
•Perturbações do sono
◦Fases do ciclo do sono
◦Funções do sono
◦Características do sono da pessoa idosa
◦Importância do sono e do repouso para o idoso
◦Fatores que influenciam a qualidade do sono
◦Modificações na quantidade e qualidade do sono, e seu impacto na vida do idoso

Perturbações do desenvolvimento no idoso - autismo, deficiência visual e auditiva 50 horas

•Modelo do funcionamento humano
◦Habilidades intelectuais
◦Comportamento adaptativo
◦Saúde
◦Participação
◦Contexto
•Atitude face à pessoa com perturbação do desenvolvimento
◦Atitudes e comportamentos
- Atitude cognitiva, afetiva e comportamental
◦Estereótipos
◦Preconceito
- Fatores sociais, emocionais e cognitivos
◦A discriminação
- Direta
- Indireta
- Assédio e retaliação
- Positiva vs negativa
◦Sensibilização
◦Aceitação e assertividade
•O idoso com perturbações do desenvolvimento (PD):
◦Autismo
- Características
- O papel do técnico de geriatria no acompanhamento e monitorização do idoso, nas AVD’s
- Estratégias a utilizar no acompanhamento do idoso com autismo: na interação e na gestão e contenção comportamental
◦Deficiência visual
- Características
- Orientação e mobilidade: o papel do técnico de geriatria no acompanhamento e monitorização do idoso, nas AVD’s
◦Deficiência auditiva
- Características
- O papel do técnico de geriatria no acompanhamento e monitorização do idoso, nas AVD’s
•Métodos e técnicas de acompanhamento com o idoso com Autismo, Deficiência Visual e Auditiva
•Análise dos parâmetros da escala de intensidade de apoios (ECA - Escala do Comportamento Adaptativo), para compreensão do perfil e intensidade dos apoios necessários do idoso com PD, e prestação de um acompanhamento adequado

Perturbações do desenvolvimento no idoso - DID, deficiência motora e multideficiência 25 horas

•O idoso com perturbações do desenvolvimento
◦Dificuldade Intelectual e Desenvolvimental (DID)
- Natureza mutlifatorial da etiologia
- Processos biológicos
- Interação social e familiar (social)
- Fatores comportamental
- Fatores educacionais e culturais
- Características gerais da DID, ao nível:
- Cognitivo
- Linguagem
- Psicomotor
- Social.
- Papel do Técnico de Geriatria no acompanhamento e monitorização do idoso, nas AVD’s
◦Deficiência motora
- Tipos de patologias que conduzem à deficiência motora
- Características e limitações subsequentes
- O papel do técnico de geriatria no acompanhamento e monitorização do idoso, nas AVD’s
◦Multideficiência
- Definição e exemplos
•Prevenção da negligência, abusos e maus tratos do idoso com PD
•Registo e transmissão de ocorrências
•Redes de apoio – Modelo ecológico de Bronfenbrenner
•Métodos e técnicas de acompanhamento com idosos com DID, Deficiência Motora e Multideficiência
•Comportamento adaptativo: análise dos parâmetros da escala de avaliação do comportamento adaptativo (ECA) para a prestação de um acompanhamento adequado
•Classificação internacional de funcionalidade (CIF), incapacidade e saúde

Autonomia, independência e funcionalidade do idoso 25 horas

•Autonomia
◦Independência de ação
◦Independência do discurso
◦Independência do pensamento
•Capacidade de adaptação
◦Adaptação do espaço envolvente
◦A adaptação do técnico de geriatria aos idosos
◦Estratégias de adaptação de atividades em função da funcionalidade dos idosos
•Dependência/independência
◦Análise do grau de dependência dos idosos, tendo em consideração a informação obtida, para um melhor acompanhamento do idoso, consoante as tarefas que conseguem executar - Atividades Básicas de Vida Diária - o Índice de Barthel.
•Análise funcional do idoso

Atividades recreativas e de lazer com idosos 25 horas

•Metodologias de planificação de atividades
◦Nome da atividade
◦População-alvo
◦Objetivos
◦Materiais
◦Descrição da atividade
◦Duração
•Principais objetivos a trabalhar a nível relacional e socio-ocupacional com a população idosa
•Acompanhamento do idoso nas atividades ocupacionais e de lazer
•Atividades recreativas e de lazer com idosos
◦Impacto nas dimensões do bem-estar humano
◦Benefícios ao nível da saúde
◦As 5 componentes essenciais das atividades de recreação e lazer
•Jogos tradicionais

Técnicas de expressão corporal com população idosa 50 horas

•Os ritmos (biológicos e temporais)
•Expressão e jogo musical adaptados ao idoso
◦Preparação de jogos de expressão corporal e musical adaptados ao idoso
•Atividades de expressão corporal e dança
◦Dança livre
◦A dança segundo as necessidades físicas, psicológicas e/ou fisiológicas
◦Benefícios da dança e expressão corporal
◦Papel da música
•O corpo e as sensações na relação intra e inter pessoal, com os objetos, espaço e tempo
•Análise e verificação dos progressos – escala de avaliação

Atividade psicomotora com população idosa 50 horas

•Isolamento e imobilidade
◦Consequências físicas e psicossociais
•Principais problemas motores no idoso
◦Força
◦Resistência
◦Flexibilidade
◦Velocidade
◦Amplitude de movimentos
•Principais problemas psicomotores dos idosos
◦Tónus
◦Equilibração
◦Lateralização
◦Esquema corporal e imagem corporal
◦Organização espácio-temporal
◦Coordenação motora
◦Motricidade fina
•Aspetos psicomotores no envelhecimento normal e patológico
•Atividades motoras/físicas a implementar com a população idosa
◦Preparar atividades motoras básicas em função das necessidades dos idosos
◦Acompanhamento dos idosos na prática psicomotora
•Atividades de estimulação sensorial nos idosos
◦Estimulação visual
◦Estimulação propriocetiva
◦Estimulação auditiva
◦Estimulação olfativa
◦Estimulação gustativa

Terapia ocupacional com população idosa 50 horas

•Potenciação da vida social, cívica e comunitária do idoso
•Acompanhamento e treino das AVD’s (Atividades de Vida Diária) com o idoso
◦Alimentação
◦Higiene e cuidados pessoais
◦Vestir/ despir
◦Mobilidade funcional
•Acompanhamento e treino de atividades produtivas com o idoso
◦Atividades artesanais
◦Atividades criativas
◦Atividades instrumentais da vida diária
•Análise da informação que se pode obter através de instrumentos de avaliação
•Trabalho de campo

Técnicas de animação aplicadas à população idosa 50 horas

•Definição de animação
•Tipos de animação
◦Cultural, educativa, económica e social
•Técnicas de animação
◦Recorte
◦Colagem
◦Estampagem
◦Modelagem
◦Pintura
◦Desenho
◦Teatro
◦Jogos pedagógicos
◦Dança
◦Literatura
◦Visitas e passeios
◦Culinária
◦Jogos de mesa
◦Costura, bordados e tricô
◦Tarefas agrícolas
◦Jardinagem
◦Debates de notícias
◦Visualização de filmes
•Objetivos e metas a alcançar na animação sociocultural com idosos
•Regras gerais na animação de idosos
•Importância da motivação na animação sociocultural
•Benefícios da animação na autoestima, autoconfiança e autoeficácia do idoso
•Acompanhamento dos idosos nas atividades de animação sociocultural com idosos

Expressão dramática aplicada à população idosa 25 horas

•Dramaterapia
◦Benefícios de uma intervenção com base no drama com população idosa
•Psicodrama e sociodrama
◦Objetivos do psicodrama
◦Instrumentos do psicodrama
◦Técnicas do psicodrama
◦Sociodrama
◦Técnicas do sociodrama
◦Diferenças entre o psicodrama e o sociodrama
•Role-play com população idosa
◦Prática comportamental
◦Técnicas aplicadas no role-play de situações
•Experimentação e análise das técnicas de dramaterapia, psicodrama, sociodrama e role-play com população idosa
•Análise dos possíveis usos das técnicas de expressão dramática na população idosa

Métodos de relaxação aplicados à população idosa 25 horas

•Relaxação criativa
◦Funcionamento desarmonioso do idoso
◦Benefícios
◦Métodos usados na relaxação criativa para alcançar os objetivos
◦Experimentação do método
•Reeducação psicosensorial
◦Objetivos
◦Fases
◦Experimentação do método
•Relaxação ativa
◦Importância do movimento na obtenção de um estado de relaxação
◦Objetivos
◦Experimentação do método
•Pilates
◦Reeducação postural
◦Princípios
◦Objetivos
◦Benefícios
◦Conceitos fundamentais
◦Experimentação do método
•Técnicas de massagem
◦Objetivos
◦Benefícios
◦Experimentação do método
•Snoezelen
◦Constituintes de uma sala de snoezelen e suas funções
◦Snoezelen e integração sensorial
◦Objetivos
◦Benefícios
◦Implicação do snoezelen em algumas patologias: dor aguda e crónica, acidente vascular cerebral, entre outras
◦Implicação do snoezelen no idoso com problemas psiquiátricos, deficiência cognitiva, deficiência motora e alterações sensoriais
•Papel do Técnico de Geriatria no acompanhamento do idoso nas atividades de relaxação

Arte como terapia aplicada à população idosa 25 horas

•O que é arte terapia
•A arte terapia aplicada a idosos
◦Expressão e criação
◦Criatividade
◦Objetivos pessoais e sociais
•As técnicas em arte terapia
◦Desenho
◦Pintura
◦Modelagem
◦Recortes e colagens
◦Gravura em tecidos
◦Tecelagem
◦Costura
◦Bordados
◦Tapeçaria
•Os materiais em arte terapia
◦Papel, telas, lápis de cor/ cera, tintas (acrílicas, de óleo, de água, guaches, aguarelas, digitintas), pincéis, canetas de filtro, gesso ou barro, plasticina, tesouras, cola, entre outros.
•Arte terapia e resiliência
•Arte terapia e integração social
•Acompanhamento do idoso nas atividades de arte terapia
•Compreensão de alguns determinantes nos trabalhos de arte terapia

Higiene e segurança alimentar 25 horas

•Noções de microbiologia
•Noções de higiene
•Conservação e armazenamento de géneros alimentícios
•Noções de limpeza e desinfecção
•Introdução à aplicação do APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controlo)

Poupança e suas aplicações 50 horas

•Poupança
◦A importância da poupança no ciclo de vida: meio para acomodar oscilações de rendimento e de despesas, para fazer face a imprevistos, para concretizar objetivos de longo prazo e para acumular património
◦Comportamentos básicos de poupança (e.g. fazer um orçamento, racionar despesas não prioritárias, envolver a família, avaliar e aproveitar descontos, etc.)
•Noções básicas de matemática financeira
◦Regime de juros simples e de juros compostos
◦Taxa de juro nominal vs. taxa de juro real
◦Taxas de juro nominais, efetivas e equivalentes
◦Rendas financeiras
•Relação entre remuneração e o risco
◦A rendibilidade esperada, o risco e a liquidez
◦As tipologias de risco e a sua gestão
•Características de alguns produtos financeiros
◦Depósitos a prazo (e.g. tipo de remuneração, taxa de juro, prazo, mobilização antecipada)
◦Certificados de aforro (e.g. remuneração, mobilização)
◦Obrigações do tesouro (e.g. taxa de cupão, maturidade, valor de reembolso, valor nominal)
◦Obrigações de empresas (e.g. taxa de cupão, maturidade, valor de reembolso, valor nominal)
◦Ações
- O valor de uma ação e o valor de uma empresa
- Custos associados ao investimento em ações (comissões de guarda de títulos, de depósito ou de custódia, taxas de bolsa)
- Aspetos a ter em conta no investimento em ações
- Fundos de Investimento
- Fundos harmonizados vs. fundos não harmonizados; fundos fechados vs fundos abertos
- Tipologias dos fundos de investimento: fundos especiais de investimento; fundos poupança reforma; fundos de fundos; fundos de obrigações; fundos poupança ações; fundos de tesouraria; fundos do mercado monetário; fundos mistos; fundos flexíveis
- Outros organismos de investimento coletivo: fundos de investimento imobiliário; fundos de titularização de créditos; fundos de capital de risco
- Encargos na subscrição de fundos de investimento (comissões de subscrição, comissões de resgate, comissões de gestão)
◦Seguros de vida (âmbito da garantia, custo real, redução e resgate, rendimento mínimo garantido, participação nos resultados, noções de regime fiscal)
◦Fundos de pensões
- Fundos de pensões vs. Planos de pensões
- Classificações dos fundos de pensões/planos de pensões: fechados vs. abertos; adesões coletivas (contributivas vs. não contributivas) vs. adesões individuais; de contribuição definida vs de benefício definido
- Espécies mais relevantes: fundos de pensões PPR/E.
- Benefícios: pensão vs. capital, diferimento, transferibilidade, previsão de direitos adquiridos
- Outros ativos: moeda, ouro, etc.
- Produtos financeiros
- Poupar de acordo com objetivos
- Liquidez, rendibilidade e risco
- Remuneração bruta vs. remuneração líquida
- Medidas de avaliação de performance
- O papel do research

Formação prática em contexto de trabalho 210h 210 horas

Realização de atividades inerentes ao exercício da atividade profissional.

Para mais informações, consultar o Guia de Orientações da Formação Prática em Contexto de Trabalho e o Guia de Orientações dos Cursos de Educação e Formação de Adultos.
Próximas Ações de Formação